terça-feira, 5 de junho de 2012

EDUCAÇÃO INCLUSIVA


Os acadêmicos do 5º semestre do curso de Enfermagem do URI: Ana Gomes, Bruna Riechel, Felipe Mann e Maria Helena Wolf, na disciplina de Realidade Brasileira com orientação da professora Sandra Balbé de Freitas, promoveram a apresentação do trabalho com o título: "Educação Inclusiva, visando dar um enfoque à inclusão de pessoal com necessidades especiais". Observa-se a dificuldade atual enfrentada por pessoas com deficiências que tentam se inserir em redes de educação básica e de ensino superior. O tema de necessidades educativas especiais vem sendo debatido desde a "Declaração de Salamanca", onde esta autenticava o compromisso de educação para todos e apontava para as necessidades de todas as pessoas, inclusive aquelas com necessidades educativas especiais.



Os acadêmicos explanaram sobre a importância inclusão escolar, uma vez que esta propõe um modo de sistema educacional que considera as necessidades de todos os alunos e que é estruturado a partir dessas necessidades. Para o desenvolvimento deste trabalho, os alunos visitaram a 14° coordenadoria de educação e a escola Esther Schroder, que trabalha com a inclusão de alunos com necessidades especiais. A apresentação também contou com o depoimento de Alan e Renato (que é aluno do curso de direito da URI), portadores de dificuldade visual. Estes falaram sobre as dificuldades enfrentadas, como a falta de acessibilidade, e do desejo de criar uma associação de deficientes visuais no município de Santo Ângelo. Por isso, eles criaram uma ação entre amigos para a arrecadação de fundos para a criação desta.
A turma do 5° semestre de enfermagem comprometeu-se com esta causa e, estão colaborando na divulgação da ação entre amigos e discutindo mais possibilidades para auxiliar na criação da associação.
Os acadêmicos avaliaram como positiva esta experiência, pois, também puderam questionar sobre qual melhor maneira de prestar atendimento aos portadores de dificuldades visuais, sendo que muitas vezes há duvidas sobre como conduzi-los no próprio ambiente hospitalar. 
A acadêmica Maria Helena comentou: “Nós que nos consideramos indivíduos normais, muitas vezes somos mais cegos e mais surdos que as pessoas com necessidades especiais, deixamos de ver e ouvir a realidade que está a nossa volta”.   Assim, a disciplina de Realidade Brasileira, possibilitou a compreensão mais abrangente deste tema Inclusão e suas implicações na nossa profissão. Fonte: grupo do trabalho.


Pedido Enfermagem 30 horas já!



Copie e envie o texto.
Faça a sua parte!





Texto para ser enviado aos Líderes de Partido:

Senhor Deputado,

O PL 2295/2000 dispõe sobre a regulamentação da jornada de 30 horas semanais para os trabalhadores da Enfermagem brasileira e foi incluído na pauta pelos Líderes para ser votado em Plenário, após aprovação em todas as comissões permanentes.

A Enfermagem é essencial à organização e funcionamento dos serviços de saúde. E 30 horas semanais não é privilégio pois diz respeito a necessidade de prover um padrão desejável de condições para a prática da Enfermagem no país.

Todos conhecem as características do trabalho da Enfermagem - convívio com dor, sofrimento e doença, turnos ininterruptos, sábados, domingos e feriados - aliadas às más condições de trabalho, muita responsabilidade e pouca valorização têm levado à insatisfação, adoecimento e aumentado a evasão profissional.

Vote favorável às 30 horas. Vamos aprovar o PL 2295/2000.

A Enfermagem vale a Vida.


Atenciosamente,

(coloque seu nome)



Envie e-mail para os Líderes de Partido:

HENRIQUE EDUARDO ALVES - dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br
FERNANDO FERRO - dep.fernandoferro@camara.gov.br
JOÃO ALMEIDA - dep.joaoalmeida@camara.gov.br
PAULO BORNHAUSEN - dep.paulobornhausen@camara.gov.br
MÁRCIO FRANÇA - dep.marciofranca@camara.gov.br
SANDRO MABEL - dep.sandromabel@camara.gov.br
JOÃO PIZZOLATTI - dep.joaopizzolatti@camara.gov.br
JOVAIR ARANTES - dep.jovairarantes@camara.gov.br
DAGOBERTO - dep.dagoberto@camara.gov.br
HUGO LEAL - dep.hugoleal@camara.gov.br
EDSON DUARTE - dep.edsonduarte@camara.gov.br
FERNANDO CORUJA - dep.fernandocoruja@camara.gov.br
IVAN VALENTE - dep.ivanvalente@camara.gov.br
MIGUEL MARTINI - dep.miguelmartini@camara.gov.br
VINICIUS CARVALHO - dep.viniciuscarvalho@camara.gov.br
CÂNDIDO VACCAREZZA - dep.candidovaccarezza@camara.gov.br
ANDRÉ DE PAULA - dep.andredepaula@camara.gov.br
RODRIGO ROLLEMBERG - dep.rodrigorollemberg@camara.gov.br
VANESSA GRAZZIOTIN - dep.vanessagrazziotin@camara.gov.br







30 HORAS JÁ

Fonte:
COFEN

quinta-feira, 31 de maio de 2012

CONTRA O ATO MÉDICO: Estudantes de saúde da URI protestam em POA


O projeto de lei do Ato Médico, originado em 2002 e diversas vezes modificado, trata do exercício e da regulamentação da medicina. Em fevereiro deste ano, ele foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Nestes dez anos de tramitação, o projeto tem levantado muitas críticas por parte de outros profissionais da área da saúde, que temem uma possível reserva de mercado por parte dos médicos. Na tarde de ontem, cerca de cem pessoas se reuniram no Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público de Porto Alegre, para protestar contra o dispositivo. Durante o protesto, o grupo de teatro O Povo da Rua apresentou uma montagem sobre a necessidade do atendimento multiprofissional.
Muitos alunos vieram do Interior para participar da manifestação. Jade Kochler, estudante de psicologia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), veio de Santo Ângelo, na região Noroeste, junto com outros colegas para pedir a não aprovação do Ato Médico. “Ao todo, 12 profissões serão prejudicadas porque perderão sua autonomia. Amamos o que fazemos e não queremos depender dos médicos. Além disso, a demanda do Sistema Único de Saúde (SUS) vai aumentar muito, pois antes da especialidade o paciente terá que passar pelo encaminhamento médico”, avalia Jade.
Um dos aspectos mais polêmicos se refere à determinação de que apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços de saúde, ficando aberta a outros profissionais apenas a direção administrativa. As demais categorias argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade.
“O problema desse projeto é que em vários aspectos ele afeta outras áreas, como a psicologia, a fisioterapia e a enfermagem, principalmente no que diz respeito ao fato de que o diagnóstico só poderá ser dado por um médico. Na verdade, essas outras profissões não fazem diagnóstico médico, mas fazem diagnósticos de suas atribuições. Essa diferenciação precisa ser colocada no dispositivo”, critica Vera Lucia Pasini, presidente do Conselho Regional de Psicologia.
Sobre o exercício da profissão, o projeto prevê como atribuição exclusiva de médicos a indicação e a execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos.  A norma motivou a reação de acupunturistas e tatuadores, que temem restrição por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo. “A forma como foi redigido o texto vai interferir no trabalho de outros profissionais. Alguns conceitos estão dúbios no projeto e vão abrir espaço para interpretação”, diz Vera. Texto adaptado. Fonte: Jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=94781) Foto: Jonathan Heckler/JC.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Jantar alusivo ao Dia do Enfermeiro

O jantar em comemoração ao dia do Enfermeiro, 12 de maio, foi um sucesso. O evento ocorreu no Restaurante Universitário e contou com a participação de acadêmicos de todos os semestres. Segundo o coordenador do curso, professor Francisco Rodrigues, os alunos tiveram a oportunidade de reencontrar colegas e professores, pois na correria do dia a dia isso não é possível. “Foi uma bela confraternização, em um ambiente descontraído e diferente da sala de aula. Na ocasião, conversamos também sobre a importância em nos envolvermos nas atividades e eventos em que o curso promove”, destaca. O jantar é tradicional no curso e acontece todos os anos com o objetivo de integrar as turmas de diferentes semestres e conversar sobre a importância da profissão. Fonte: Eloiza Cielo/Buenas Publicidade