Hoje, mais do que nunca é imprescindível possibilitar ao profissional de saúde e aos acadêmicos em formação um olhar mais abrangente do ser humano e de tudo que envolve esta relação de troca entre profissionais e usuários. A conversação e o debate precisam apontar para uma forma de cuidar com mais intensidade por parte dos profissionais e maior afeto pela profissão.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
CURSO DE ENFERMAGEM DA URI SANTO ÂNGELO REPRESENTADO NA XIX JORNADA SUL-RIO-GRANDENSE DE NEONATOLOGIA E III ENCONTRO SUL-RIO-GRANDENSE DE ENFERMAGEM NEONATAL EM SANTA CRUZ DO SUL/RS
O evento que coloca em pauta discussões sobre as inovadoras ações no cuidado aos neonatos ocorreu em Santa Cruz do Sul/RS e foi palco de debates e reflexões sobre a forma de atuação dos profissionais de enfermagem no cuidado aos pequenos guerreiros e a fragilizada família. Repensar cotidianamente o cuidar e o olhar a este frágil usuário representa avaliar e dimensionar o efeito do nosso cuidar sobre a vida das pessoas e os potenciais fatores de risco a que nos colocamos e possamos colocar o sujeito, fiel depositário das nossas intenções de cuidado.
Hoje, mais do que nunca é imprescindível possibilitar ao profissional de saúde e aos acadêmicos em formação um olhar mais abrangente do ser humano e de tudo que envolve esta relação de troca entre profissionais e usuários. A conversação e o debate precisam apontar para uma forma de cuidar com mais intensidade por parte dos profissionais e maior afeto pela profissão.
Os acadêmicos do Curso de Enfermagem da URI Santo Ângelo, implicados cada vez mais com o tripé Ensino, Pesquisa e Extensão avançam no campo da pesquisa e desta interação surgem reflexões importantes sobre a prática no cuidado em saúde. Três trabalhos foram aceitos pela Comissão Científica do Comitê de Neonatologia da Sociedade de Pediatria do RS e destacaram-se por suas profundas problematizações. São estes os trabalhos que representaram a nossa universidade no universo do cuidado ao neonato e família: “Estratégias de Humanização em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: uma realidade em Santo Ângelo/RS”, “Afastamento da Puérpera e Recém-nascido: humanizando um momento Intra-hospitalar” e “O Acompanhante no Parto: realidade controversa das Instituições de Saúde frente ao Direito da Mulher e do RN”. Ms Neiva Claudete Brondani Machado
Hoje, mais do que nunca é imprescindível possibilitar ao profissional de saúde e aos acadêmicos em formação um olhar mais abrangente do ser humano e de tudo que envolve esta relação de troca entre profissionais e usuários. A conversação e o debate precisam apontar para uma forma de cuidar com mais intensidade por parte dos profissionais e maior afeto pela profissão.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
TARDE DE CONVERSA ESH: DISCUSSÕES COM REPRESENTANTES DA CCIH E SESMT DO HSA NA CONSTRUÇÃO DOS FUTUROS ENFERMEIROS
Aconteceu há poucos dias um encontro de conversa entre os acadêmicos do ESH – Estágio Supervisionado Hospitalar e a Enfermeira da CCIH - Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e a Técnica de Segurança do SESMT – Serviço Especializado de Engenharia e Segurança do Trabalho. Neste momento aproximamos a expectativa do futuro enfermeiro ao conhecimento de profissionais experientes na questão da Infecção Hospitalar e Segurança do Trabalhador. Ms. Neiva Claudete Brondani MachadoII ENCONTRO DE VIVÊNCIAS ESH 2014-1: AS REPERCUSSÕES DOS RELATOS DE VIVÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM
Os Encontros de Vivência já são marca registrada dos ESHs – Estágios Supervisionados Hospitalares. Possuem características singulares e permitem ao quase formando vivenciar através do debate situações que talvez levassem anos para perceber no contexto do mundo do trabalho.
Esta realidade de diálogo argumentativo e respeito a opinião das pessoas do grupo torna-se um espaço prodigioso de crescimento profissional, já percebido como tal pelos educandos.
Dr. Narciso Vieira Soares
Ms. Neiva Claudete Brondani Machado
Esta realidade de diálogo argumentativo e respeito a opinião das pessoas do grupo torna-se um espaço prodigioso de crescimento profissional, já percebido como tal pelos educandos.
Dr. Narciso Vieira Soares
Ms. Neiva Claudete Brondani Machado
ESH 2014-1 ELABORA BANNER SOBRE PROTOCOLO DE REANIMAÇÃO EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA SEGUNDO AHA – 2010 “American Heart Association”
Idealizar e desenvolver uma importante ferramenta de informação no atendimento de Parada Cardiorrespiratória foi ao grupo do Estágio Supervisionado Hospitalar – ESH um desafio e uma conquista.
A ideia surgiu na verificação de que as equipes de enfermagem necessitam estar capacitadas para esse tipo de atendimento. Neste enfoque identificar que esse atendimento possui particularidades antes da via aérea avançada e depois desta adquirida, direciona ao cuidado maior segurança e efetividade. Em outras palavras, a reanimação tem maiores chances de êxito quando a equipe está preparada para agir com conhecimento, calma e propriedade. Em outras palavras significa “salvar mais vidas”...
Sendo assim, surge este Banner Informativo que será disponibilizado aos Postos de Enfermagem das áreas abertas do Hospital Santo Ângelo no intuito de que o olhar acadêmico possa agregar saber e contribuir com o dia-a-dia dos profissionais de enfermagem nas instituições de saúde.
Ms Neiva Claudete Brondani Machado e Acadêmicos Amanda P. Santana, Chystian F. Antunes, Dalvana B. Varlett, Janine G. de Ávila, Luciéle M. de Castro, Maria Helena R. Wolf, Regina dos S. Schneider.
A ideia surgiu na verificação de que as equipes de enfermagem necessitam estar capacitadas para esse tipo de atendimento. Neste enfoque identificar que esse atendimento possui particularidades antes da via aérea avançada e depois desta adquirida, direciona ao cuidado maior segurança e efetividade. Em outras palavras, a reanimação tem maiores chances de êxito quando a equipe está preparada para agir com conhecimento, calma e propriedade. Em outras palavras significa “salvar mais vidas”...
Sendo assim, surge este Banner Informativo que será disponibilizado aos Postos de Enfermagem das áreas abertas do Hospital Santo Ângelo no intuito de que o olhar acadêmico possa agregar saber e contribuir com o dia-a-dia dos profissionais de enfermagem nas instituições de saúde.
Ms Neiva Claudete Brondani Machado e Acadêmicos Amanda P. Santana, Chystian F. Antunes, Dalvana B. Varlett, Janine G. de Ávila, Luciéle M. de Castro, Maria Helena R. Wolf, Regina dos S. Schneider.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
COM A PALAVRA: OS ALUNOS DO ESH – ESTÁGIO SUPERVISIONADO HOSPITALAR 2014-1
“O Estágio Supervisionado Hospitalar proporciona a cada dia um novo aprendizado aos acadêmicos de enfermagem, para que possamos prestar um cuidado qualificado aos sujeitos” (Acadêmica Mariane Dorneles Costa Turchiello).
“O ESH vem para transformar o acadêmico e auxiliar no enfrentamento da realidade de ser Enfermeiro. Trás o peso da responsabilidade, ensina a importância da organização e do respeito na formação pessoal e profissional em nossas vidas” (Acadêmica Janine Goldschmidt de Ávila ).
“O ESH é como montanha russa, que permite vivenciar momentos de alegria e prazer, mas também situações de angústias e medo. Mas o que difere, é que no ESH você não pode ser apenas o passageiro” (Acadêmica Patrícia Friske Schwiderke).
“Enfermagem: amor à vida! Experiência e muito aprendizado com a equipe de enfermagem neste Estágio Supervisionado” (Acadêmica Rení Maria Arenhardt Thomas).
“Crescendo e aprendendo juntos” (Acadêmica Luciana de Fátima Pires Copetti).
“A grandeza do cuidar acentua-se a cada procedimento, tornando essa profissão mais atraente a cada dia de ESH” (Acadêmica Elisa Boeira de Oliveira).
“No ESH aprendemos todos os dias. Aproveitar ao máximo é o segredo. Cuidar o outro de forma humana, também” (Acadêmica Camila Weber Freitas).
“O ESH é o momento em que começamos a nos tornar independentes frente aos desafios” (Acadêmica Dalvana Bueno Varlett).
“O ESH é uma oportunidade para vencermos nossos medos, vivenciando a prática de ser enfermeiro, fazendo dos desafios enfrentados possibilidades de crescimento profissional” (Acadêmica Luciéle Machado de Castro).
“O Estágio Supervisionado Hospitalar vem para ‘quebrar’ alguns medos e tabus em relação à assistência - prática de ser enfermeiro” (Acadêmica Amanda Pontin Sant’ana).
“O ESH é o momento de colocarmos em prática todos os nossos conhecimentos e adquiri-los com maior intensidade. Oportunidade única e de excelente aprendizado” (Acadêmica Regina dos Santos Schneider).
“O ESH permite lapidar a pedra bruta do conhecimento acumulado durante toda a graduação, transformando em jóia preciosa, tal qual é o Enfermeiro no cotidiano da saúde” (Acadêmico Chrystian Fogaça Antunes).
“No início foi muito difícil, pensei que não ia dar conta, mas com o passar dos dias a visão foi se transformando e hoje posso afirmar: tudo é possível, basta ter força de vontade, persistência e dedicação” (Acadêmica Maria Helena Robaldo Wolff).
“O Estágio Supervisionado é muito bom, pois é o momento em que temos mais liberdade para realizar coisas” (Acadêmica Cássia Paola Rolim).
“O ESH permite a nossa experiência e prática como futuros enfermeiros, onde podemos enfrentar nossos receios e aprender mais sobre a realidade, que logo será a nossa” (Acadêmica Marciéle Braga dos Santos).
A experiência de supervisionar o ESH tem nos permitido investir em novas tentativas de reflexão e críticas no contexto do cuidado enquanto enfermeiros. É possível sim ofertar um modo diferente de visualizar as situações e de enfrentamento dos dilemas éticos da profissão.
A ideia de proporcionar um estágio supervisionado dinâmico e que possa deixar profundas marcas nos acadêmicos perpassa o pensamento de que existe um perfil de profissional do futuro na nossa profissão. Profissional que vai para além da preocupação com procedimentos e técnicas, tão importantes e essenciais no cuidado humano, mas que, sobretudo, tenha argumentação e atitude frente aos acontecimentos que envolvem o cuidar e, que possam reconhecer nas relações de trabalho com a equipe, momentos únicos de crescimento, valorização do outro e respeito aos limites sociais (Professora Ms Neiva Claudete Brondani Machado; Professor Dr Narciso Vieira Soares).
“O ESH vem para transformar o acadêmico e auxiliar no enfrentamento da realidade de ser Enfermeiro. Trás o peso da responsabilidade, ensina a importância da organização e do respeito na formação pessoal e profissional em nossas vidas” (Acadêmica Janine Goldschmidt de Ávila ).
“O ESH é como montanha russa, que permite vivenciar momentos de alegria e prazer, mas também situações de angústias e medo. Mas o que difere, é que no ESH você não pode ser apenas o passageiro” (Acadêmica Patrícia Friske Schwiderke).
“Enfermagem: amor à vida! Experiência e muito aprendizado com a equipe de enfermagem neste Estágio Supervisionado” (Acadêmica Rení Maria Arenhardt Thomas).
“Crescendo e aprendendo juntos” (Acadêmica Luciana de Fátima Pires Copetti).
“A grandeza do cuidar acentua-se a cada procedimento, tornando essa profissão mais atraente a cada dia de ESH” (Acadêmica Elisa Boeira de Oliveira).
“No ESH aprendemos todos os dias. Aproveitar ao máximo é o segredo. Cuidar o outro de forma humana, também” (Acadêmica Camila Weber Freitas).
“O ESH é o momento em que começamos a nos tornar independentes frente aos desafios” (Acadêmica Dalvana Bueno Varlett).
“O ESH é uma oportunidade para vencermos nossos medos, vivenciando a prática de ser enfermeiro, fazendo dos desafios enfrentados possibilidades de crescimento profissional” (Acadêmica Luciéle Machado de Castro).
“O Estágio Supervisionado Hospitalar vem para ‘quebrar’ alguns medos e tabus em relação à assistência - prática de ser enfermeiro” (Acadêmica Amanda Pontin Sant’ana).
“O ESH é o momento de colocarmos em prática todos os nossos conhecimentos e adquiri-los com maior intensidade. Oportunidade única e de excelente aprendizado” (Acadêmica Regina dos Santos Schneider).
“O ESH permite lapidar a pedra bruta do conhecimento acumulado durante toda a graduação, transformando em jóia preciosa, tal qual é o Enfermeiro no cotidiano da saúde” (Acadêmico Chrystian Fogaça Antunes).
“No início foi muito difícil, pensei que não ia dar conta, mas com o passar dos dias a visão foi se transformando e hoje posso afirmar: tudo é possível, basta ter força de vontade, persistência e dedicação” (Acadêmica Maria Helena Robaldo Wolff).
“O Estágio Supervisionado é muito bom, pois é o momento em que temos mais liberdade para realizar coisas” (Acadêmica Cássia Paola Rolim).
“O ESH permite a nossa experiência e prática como futuros enfermeiros, onde podemos enfrentar nossos receios e aprender mais sobre a realidade, que logo será a nossa” (Acadêmica Marciéle Braga dos Santos).
A experiência de supervisionar o ESH tem nos permitido investir em novas tentativas de reflexão e críticas no contexto do cuidado enquanto enfermeiros. É possível sim ofertar um modo diferente de visualizar as situações e de enfrentamento dos dilemas éticos da profissão.
A ideia de proporcionar um estágio supervisionado dinâmico e que possa deixar profundas marcas nos acadêmicos perpassa o pensamento de que existe um perfil de profissional do futuro na nossa profissão. Profissional que vai para além da preocupação com procedimentos e técnicas, tão importantes e essenciais no cuidado humano, mas que, sobretudo, tenha argumentação e atitude frente aos acontecimentos que envolvem o cuidar e, que possam reconhecer nas relações de trabalho com a equipe, momentos únicos de crescimento, valorização do outro e respeito aos limites sociais (Professora Ms Neiva Claudete Brondani Machado; Professor Dr Narciso Vieira Soares).
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA PRAÇA CENTRAL: A ENFERMAGEM URI – SANTO ÂNGELO NA DIVULGAÇÃO DO VESTIBULAR DE VERÃO 2013
No último sábado 08 de Novembro de 2013, o Curso de Enfermagem URI Santo Ângelo esteve representado novamente na Divulgação do Vestibular de Verão pelas acadêmicas da graduação: Clarissa Birck, Emanuela Rosa Gomes e Jade de Medeiros Moura do 6º Semestre de Enfermagem.
A atuação de estagiários (as) nestes ambientes vem se tornando uma realidade cada vez mais necessária, uma vez que, ocupando os espaços sociais de educação em saúde, fortalecemos o Curso de Enfermagem URI Santo Ângelo, a nossa profissão e a nós como profissionais de saúde, além de beneficiar a população da nossa cidade.
As estudantes de Enfermagem aferiram a Pressão Arterial de 166 pessoas que visitaram a Praça do Brique, centro da cidade. Esta aproximação com a comunidade de Santo Ângelo demarca uma atuação de envolvimento com a saúde da população e seriedade em tudo aquilo que fazemos.
Professora Ms Neiva Claudete Brondani Machado
A atuação de estagiários (as) nestes ambientes vem se tornando uma realidade cada vez mais necessária, uma vez que, ocupando os espaços sociais de educação em saúde, fortalecemos o Curso de Enfermagem URI Santo Ângelo, a nossa profissão e a nós como profissionais de saúde, além de beneficiar a população da nossa cidade.
As estudantes de Enfermagem aferiram a Pressão Arterial de 166 pessoas que visitaram a Praça do Brique, centro da cidade. Esta aproximação com a comunidade de Santo Ângelo demarca uma atuação de envolvimento com a saúde da população e seriedade em tudo aquilo que fazemos. Professora Ms Neiva Claudete Brondani Machado
domingo, 29 de setembro de 2013
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA: POR QUE SE PREOCUPAR?
Nos últimos anos estamos vivendo um cenário preocupante no que se refere à saúde das adolescentes no Brasil. A estimativa é de que no mundo a cada ano mais de 14 milhões de adolescentes sejam mães. Calcula-se que no Brasil 19,31% dos nascidos vivos sejam filhos de adolescentes de 10 a 19 anos. No Rio Grande do Sul essa taxa é de 16,39% e na região da 12ª CRS em 2011 a incidência variou entre 18,1 e 21,3%.
Acompanhar ou conhecer adolescentes gestantes de 12 a 19 anos tornou-se comum nos dias atuais. Gravidez na adolescência não é novidade na vida das mulheres, todavia, o fato de que cada vez mais cedo isso vem ocorrendo é que merece um olhar diferenciado por parte das famílias e dos serviços de saúde.
A gravidez na adolescência é considerada de alto risco. Daí a importância indiscutível de esclarecimentos sobre esta condição e a realização do pré-natal na tentativa de prevenir complicações na gravidez, parto e pós-parto.
Existem inúmeros fatores condicionantes e ou facilitadores da ocorrência de gravidez na adolescência, entre os quais se destacam: o baixo nível socioeconômico, a baixa escolaridade e a desestruturação familiar. Do ponto de vista biológico, o fato de que as meninas apresentem a menarca (primeira menstruação) mais precocemente, devido à interferência alimentar ou climática, também aumenta a incidência de gestantes adolescentes, pois alarga o tempo de exposição ao risco.
A questão crucial neste contexto é que, junto da gravidez não planejada surgem incontáveis oscilações na vida destas jovens, seja na convivência familiar, na relação com o pai da criança e seus familiares e, sobretudo, no futuro desta menina, agora mulher.
As mudanças comportamentais experimentadas pelos adolescentes nos últimos tempos revelam exposições e fragilidades que repercutem nos aspectos biopsicossociais deste grupo. A menarca e a iniciação da atividade sexual precoces, a falta de esclarecimentos e ou orientações por parte dos jovens, juntamente com o despreparo dos serviços de saúde para lidar com a situação potencializam os riscos, tanto para a gravidez, quanto para as doenças sexualmente transmissíveis como as hepatites virais e a AIDS.
A informação sobre os riscos de gravidez, formas de contracepção e prevenção a doenças sexualmente transmissíveis precisa fazer parte do diálogo diário na família e na escola. Neste intuito, os estudantes do 8º Semestre de Enfermagem URI Santo Ângelo – Amanda Pontin Sant’ana, Janine Goldschimidt de Ávila, Luciéle Machado de Castro, Patrícia Friske Schwiderke, Rení Maria Arenhardt Thomas e Sandro Norberto da Silva Pereira Júnior, juntamente com a Professora Neiva Claudete Brondani Machado, a convite da escola, estiveram presentes na Escola Estadual Odão Felippe Pippi na última semana em duas palestras com 4 turmas de 8ª Séries do Ensino Fundamental e 3 turmas de 1º ano do Ensino Médio sobre o tema “Gravidez na Adolescência” e, desta forma, contribuíram com “conhecimento” para a vida e saúde de mais de 210 adolescentes santo-angelenses.
Ms Neiva Claudete Brondani Machado – URI Santo Ângelo
Acompanhar ou conhecer adolescentes gestantes de 12 a 19 anos tornou-se comum nos dias atuais. Gravidez na adolescência não é novidade na vida das mulheres, todavia, o fato de que cada vez mais cedo isso vem ocorrendo é que merece um olhar diferenciado por parte das famílias e dos serviços de saúde.
A gravidez na adolescência é considerada de alto risco. Daí a importância indiscutível de esclarecimentos sobre esta condição e a realização do pré-natal na tentativa de prevenir complicações na gravidez, parto e pós-parto.
Existem inúmeros fatores condicionantes e ou facilitadores da ocorrência de gravidez na adolescência, entre os quais se destacam: o baixo nível socioeconômico, a baixa escolaridade e a desestruturação familiar. Do ponto de vista biológico, o fato de que as meninas apresentem a menarca (primeira menstruação) mais precocemente, devido à interferência alimentar ou climática, também aumenta a incidência de gestantes adolescentes, pois alarga o tempo de exposição ao risco.
A questão crucial neste contexto é que, junto da gravidez não planejada surgem incontáveis oscilações na vida destas jovens, seja na convivência familiar, na relação com o pai da criança e seus familiares e, sobretudo, no futuro desta menina, agora mulher.
As mudanças comportamentais experimentadas pelos adolescentes nos últimos tempos revelam exposições e fragilidades que repercutem nos aspectos biopsicossociais deste grupo. A menarca e a iniciação da atividade sexual precoces, a falta de esclarecimentos e ou orientações por parte dos jovens, juntamente com o despreparo dos serviços de saúde para lidar com a situação potencializam os riscos, tanto para a gravidez, quanto para as doenças sexualmente transmissíveis como as hepatites virais e a AIDS.
A informação sobre os riscos de gravidez, formas de contracepção e prevenção a doenças sexualmente transmissíveis precisa fazer parte do diálogo diário na família e na escola. Neste intuito, os estudantes do 8º Semestre de Enfermagem URI Santo Ângelo – Amanda Pontin Sant’ana, Janine Goldschimidt de Ávila, Luciéle Machado de Castro, Patrícia Friske Schwiderke, Rení Maria Arenhardt Thomas e Sandro Norberto da Silva Pereira Júnior, juntamente com a Professora Neiva Claudete Brondani Machado, a convite da escola, estiveram presentes na Escola Estadual Odão Felippe Pippi na última semana em duas palestras com 4 turmas de 8ª Séries do Ensino Fundamental e 3 turmas de 1º ano do Ensino Médio sobre o tema “Gravidez na Adolescência” e, desta forma, contribuíram com “conhecimento” para a vida e saúde de mais de 210 adolescentes santo-angelenses.
Ms Neiva Claudete Brondani Machado – URI Santo Ângelo
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